Passado dia 26 terminou o Festival de Cinema de Cannes, um dos eventos que mais aguardo todos os anos. Admito que um dos meus sonhos é estar presente no festival para ir às estreias dos filmes, conhecer os protagonistas e os realizadores, alimentar o meu fascínio cinematográfico e desfrutar claro da experiência inesquecível que deve ser andar entre red carpets e festas. Pode ser que um dia me vejam lá... quem sabe?!
O vencedor da Palma de Ouro este ano foi "La vie d'Adèle", um filme sobre a história de um amor lésbico, do realizador e protagonizado por Adèle Exarchopoulos e Léa Seydoux. Outro dos highlights no Festival de Cinema de Cannes foi o Grande Prémio entregue aos irmãos Joel e Ethan Coen pelo filme "Inside Llewyn Davis".
Terminadas as novidades, gostava de vos deixar com algumas das imagens mais marcantes para mim. Esta edição de Cannes teve grandes red carpets, presenças ímpares, premieres de filmes como "The Great Gatsby", "The Immigrant" ou "The Bling Ring", photocalls, conferências de imprensa, muita moda e algumas festas. Aqui ficam os melhores ângulos... Enjoy!
Robert Pattinson was in Lisbon for the premiere of his brand new movie "Cosmopolis". It was directed by the amazing David Cronenberg who I had the opportunity to talk to and he's so nice and friendly... his wife even took a picture of me while I was waiting to meet Rob. Paul Giamatti was there as well and he's really laid-back and pleasant, he loves Lisbon and went for a walk to buy some stuff and people didn't recognize him at all.
Yesterday was the anticipated premiere of "Cosmopolis" and I have to say that it is quite incredible. Rob plays a complex character in a brain movie which might be considered boring by some people because it's focused on dialogs, not much action happening and mostly located inside a limousine. However, the lines have a lot of meaning, mostly criticizing a money-centered-society and raising philosophical questions related to time/money, sex/feelings, life/death, perfection/chaos. Robert's character is having an inner conflict because he urges himself to get out of the abstract world he lives in, he tries to free himself through violence and testing his numb senses. "Cosmopolis" is basically an ode to the decline of the capitalism. Great piece of work from Mr. Cronenberg! I need to watch it once again so that I can have more conclusions, even though this is not an understandable movie, everything can be considered as a metaphor.
The red carpet moment was crazy even though it was confusing, stressful and happened in a blink of an eye. Inside the theatre he presented the movie and I tried to capture some moments with my camera so I could share them with all of you. Hope you like it!
(All of the pictures were taken by me, if you use them please credit this blog)
Há algum tempo que não falo de cinema, mas não queria deixar isto por dizer. Fui à estreia do filme "The Hunger Games" e adorei... muitos de vocês podem começar a julgar que é um tipo de saga Twilight e a descredibilizar porque tem miúdos e não sei quê. Uma coisa vos garanto, este filme é tudo menos teen. Esta trilogia cativou-me principalmente porque não é uma história linear e há muito que se pode ler nas entrelinhas e adaptar aos dias de hoje. Um filme absolutamente alegórico onde tudo é pensado para representar e ironizar o mundo em que vivemos. Apesar de ser um pouco confuso em termos espacio-temporais (tanto parece que estamos no século XIX como de repente já aparece uma nave espacial, penso que para dar alguma intemporalidade à película), a trama tem tanto de sádico como de viciante.
Vemos uma sociedade, eu diria, pós-apocalíptica que está sob uma tirania e divide-se em 12 distritos (creio que de acordo com a classe social). As pessoas têm um gosto visceral e grotesco por um suposto jogo de vida e morte que é ao mesmo tempo um programa televisivo transmitido para toda a nação. O voyerismo enraizado neste regime acompanha com naturalidade e entusiasmo um grupo de jovens entre os 12 e os 18 anos a assassinarem-se violentamente em nome da sobrevivência. A manipulação televisiva e a influência social exercida tanto pelo poder executivo como pelo suposto entretenimento são ângulos de análise fortíssimos, principalmente para mim que estudei Comunicação Social e Cultural e vejo nestas simbologias uma forma de interpretar o mundo. Presente encontra-se também a ideia de um Deus ex machina que tudo controla e que joga com peões para satisfazer o insaciável gozo de um público que engole um "produto" de forma passiva e acrítica (teoria hipodérmica que pressupõe uma sociedade de massas onde cada indivíduo é um átomo isolado atingido directamente pelas ordens e sugestões dos meios de comunicação de massa). Recomendo o filme e se já o viram, partilhem comigo as vossas visões!
(Jennifer Lawrence, Josh Hutcherson, Liam Hemsworth by Sam Jones for Vanity Fair)
Hello sinners! Já andava há muito tempo a prometer no twitter que iria fazer um post especial de despedida de 2011... Hoje finalmente encontrei um tempinho para me dedicar a esta pequena e subjectiva retrospectiva. A pedido de muitas famílias vou passar assim ao de leve por aquilo que EU ACHO (atenção que isto é a MINHA opinião!!!) que foi o melhor e pior de 2011. Foi um ano bom, no geral, e 2012 adivinha-se difícil. É também agora que vamos saber se a profecia Maia se concretiza ou se cai por terra.
BEST MOVIE OF 2011
"Sleeping Beauty"
O melhor filme que vi este ano foi sem margem para dúvidas o subversivo "Sleeping Beauty". Uma película com conteúdo sério, com um tratamento fotográfico óptimo e absolutamente devastador e sublime. Esteve em competição no festival de Cannes e para mim destaca-se como uma preciosidade pronta a descobrir. O simbolismo e gramática cinematográfica são elementos muito bem trabalhados e é um filme que não é qualquer espectador que percebe ou entende. Longe da lógica de blockbuster, este é um filme que estimula a reflexão em todas as suas vertentes. Joga muitíssimo bem com o título de um conto infantil, mas vai mais longe abordando temáticas como a sexualidade, a submissão da mulher e o poder do homem, a visão pessimista da vida, a apatia e o desejo de conhecer o proibido. A prestação de Emily Browning é fora de série e dá ainda mais valor ao filme. Como menção honrosa recomendo também com a mesma actriz, o filme "Sucker Punch", num registo diferente mas com uma forte componente metafórica que vai para além das várias camadas que nos são apresentadas no filme. Um brain movie que vale a pena!
BEST RED CARPET LOOK OF 2011
Leighton Meester @ Golden Globes
A Leighton Meester é um verdadeiro fashion icon e muito mais do que a personagem Blair que interpreta em Gossip Girl. Este look da actriz nos Globos de Ouro é uma verdadeira prova disso. Está sensual sem optar pela forma mais fácil: mostrar o corpo. Num vestido Burberry Prorsum de manga comprida, sapatos Jimmy Choo, clutch Louis Vuitton e jóias Cathy Waterman.
BEST SINGLE OF 2011
Rihanna "We Found Love"
2011 foi um ano com óptimos singles e tornou-se muito difícil escolher aquele que para mim foi a música do ano. A Rihanna criou uma pequena masterpiece com "We Found Love", que não só permaneceu 8 semanas como #1 na Billboard Hot 100, como se tornou um hino pop. A produção de Calvin Harris é top notch e as lyrics simples mas com uma mensagem universal tornam esta música apropriada para todas as ocasiões. Imagino-me a ouvi-la quando saio à noite para me divertir, mas também tem uma vibração melancólica que pode ser para situações mais tristes. Sem margem para dúvidas, a canção que mais me conquistou em 2011.
BEST MUSIC VIDEO OF 2011
Rihanna "We Found Love"
O melhor videoclip só poderia ser também da Rihanna que não só trouxe uma versão pop do filme "Requiem For A Dream" como também definiu tendências com o revivalismo dos anos 90 e deu um novo encanto à subcultura londrina. Adorei desde o primeiro ao último frame... todo o tratamento metafórico de o amor como uma droga intensa e nefasta. Gotta love Rihanna for this!
BEST ALBUM OF 2011
Britney Spears "Femme Fatale"
Muitos são aqueles que criticam a Britney por já não ser o que era, mas ninguém pode dizer que ela não continua a ser uma trendsetter. A melhor voz, no meu ver, não se mede por quem mais grita, mas sim pelo timbre, e nisso sempre gostei da Britney. Tem uma certa doçura na voz que é sexy ao mesmo tempo e muito, muito versátil. Com "Femme Fatale" a eterna princesa da pop voltou a ditar o futuro ao inserir elementos de dubstep na música mainstream. Britney construiu, com a ajuda dos melhores produtores, um álbum coeso, que fica no ouvido, nada pretensioso e talvez um dos mais variados. Nao há uma única música que seja parecida com outra. Cada uma é distinta e tem a sua própria identidade. Há álbuns que também gostei em 2011 como o "Stronger" da Kelly Clarkson ou o "21" da Adele, mas seguem todos a mesma sonoridade do princípio ao fim, as músicas têm estruturas semelhantes. Com a Britney isso não acontece, ela tanto fala que dança até o mundo acabar, como se apaixona por um criminoso, logo a seguir usa a gasolina para dizer que o motor dela só funciona com o melhor combustível... assim como tem vontade de levar o seu lado mais freak a sair. Os vídeos voltam a ser icónicos novamente e embora ela não dance como dançava e seja talvez a estrela pop que faz menos promoção e das mais aborrecidas (já teve os seus tempos em que ir ao Starbucks era notícia!!!), continua a ser um dos nomes incontornáveis na música. Ela ganhou o seu espaço e espero que por muito tempo, porque quando é para dançar, sair e divertir é sem dúvida a música de Britney Spears que queremos ouvir. Já para não falar de sonoridades em que a cantora arrisca como "How I Roll" ou "Inside Out". Ela pode cantar sobre coisas que realmente não faz, porque prefere ficar em casa a brincar com os filhos, mas ao menos é uma entertainer and that's all what pop is about. Living legend, ponto parágrafo.
BEST CONCERT OF 2011
Rihanna "Loud Tour" in Lisbon, Portugal
Este ano Portugal recebeu óptimos concertos, desde a "Femme Fatale Tour" da Britney, a "California Dreams Tour" da Katy Perry até aos concertos dos festivais de Verão como o dos Paramore no Alive ou o dos The Kooks no Super Bock Super Rock, a título de exemplo. Mas quem mais cativou o público foi sem dúvida Rihanna que deu no Pavilhão Atlântico um verdadeiro espectáculo. A energia em palco, o movimento, a cor, o guarda-roupa, a interacção da cantora dos Barbados... esteve tudo no ponto e foi das melhores actuações que Lisboa recebeu este ano. Rihanna deixou-nos sem fôlego de tão sexy que é... ao som de êxitos que a tornaram na imparável força do universo musical. Espero que ela continue assim e que volte com o novo album "Talk That Talk"!!!
HIDDEN GEM OF 2011 THAT'S GOING TO EXPLODE IN 2012
Lana Del Rey
"Blue Jeans" e "Born To Die" são apenas dois dos highlights que posso referir relativamente ao talento de Lana Del Rey. No entanto, a cantora em ascenção tornou-se uma presença quase viral nos blogs, tumblrs e facebooks durante este ano. Com o lançamento do álbum de estreia no primeiro mês de 2012, adivinha-se um ano explosivo para esta que eu espero que NÃO venha a ser a nova Adele. Por favor não estraguem as músicas dela ao passá-las 300 mil vezes por dia na rádio, na MTV e em anúncios de televisão ou novelas como fizeram com o "Rolling In The Deep" ou o "Someone Like You" da Adele. Too much exposure turns good songs into annoying tunes.
MOST ANNOYING SINGLE OF 2011
Jennifer Lopez "On The Floor"
Bom, a Jennifer Lopez decidiu que não estava feliz a reinar o Mundo dos Flops e então ascendeu das cinzas para lançar o álbum "Love?". O primeiro single "On The Floor" tem um sampler da conhecida "Lambada" e foi, para mim (ressalvo!!!), a música mais terrível e irritante de 2011. Como se a fraca produção de Red One não bastasse para fazer sangrar os meus ouvidos, ainda adaptaram este anti-Cristo musical num anúncio do Modelo com a Popota em trajes menores. Depois disto, preciso de terapia urgentemente!
WORST ALBUM OF 2011
Lady GaGa "Born This Way"
É de conhecimento público que não simpatizo rigorosamente nada com a Lady GaGa. De conhecimento público é também que reconheço nela uma boa voz e uma maravilhosa máquina de marketing porque se sabe vender e publicitar como ninguém consegue hoje em dia. Para além disso é focada, o que é óptimo! Todavia, o trabalho "artístico" da pseudo-instalação que ela costuma querer ser publicamente alia-se a um horror musical. As músicas repetitivas, a gaguez, o pop industrial, barulhento e irritante... os beats reciclados e pouco inspirados... dão-me uma certa comichão. Já para não falar que a Lady GaGa acha que faz as últimas obras de arte mais reflexivas de todo o mundo musical. Não sei quem lhe disse que a música pop era para pensar ou ser intelectual. A música pop é simples. Agora ela quer dizer que cantar sobre Judas ou que casar com a noite são metáforas para os renegados da sociedade se libertarem, para atingirem a igualdade, e todas a demagogia que lhe sai da boca. No meu ver, a Lady GaGa começou a fazer vídeos low-cost com um ridículo disco stick que tinha uma luz a piscar... agora até tem um alter-ego masculino, vejam só a evolução artística! Só significa que demasiados ácidos lhe subiram à cabeça. Se as músicas realmente fossem geniais, se as lyrics fossem coerentes, mas nada o é. Na Lady GaGa há claramente uma vontade de dar nas vistas, de ser polémica para ser falada, quer seja pela música, pelo que veste, pelos vídeos que faz. Claramente a FORMA suprime o CONTEÚDO e ainda que nenhum dos dois ganhe substância intelectual ela quer sempre dizer que é isso que pretende. Lamento informar os little monsters mas ela pode ser inspiradora e tudo aquilo que quiserem, pode dizer que é activista e filosófica, na realidade ela só quer é vender CDs, comprar roupas escandalosas com o vosso dinheiro para posteriormente aparecer nas revistas e ser falada. Um ciclo vicioso. É por isso que ela tanto se veste com um vestido de bifes como usa saltos de uma altura impensável. Acham mesmo que ela se sente confortável? O que ela quer dizer com tudo isso? Que as mulheres se devem subjugar ao ridículo e à dor? Oh well... pop is about fun! Se há algo que a Lady GaGa quer ser é séria e credível mas a mim não me enganou. "Born This Way" é a consumação de tudo isto que disse aqui em cima. Ela gosta de brincar com motivos religiosos? a Madonna já o fez há umas 3 décadas e de uma forma bem mais subversiva. Ela acha que é pioneira na música dance pop? Informem-lhe que toda a gente o faz! E mais... para vender na primeira semana 1 milhão de álbuns precisou de pô-los à venda na Amazon a 1 dólar. Vale tudo pelo título e pelo engordar de um ego cujo objectivo deve ser dominar o mundo. Eu realmente ouvi o álbum para o poder criticar e conheço o trabalho para falar de forma tão abrangente... pois a única mensagem que a senhora me passa é que tudo é postiço. Nada mais. "Born This Way"? Também a Katy Perry o canta em "Firework", a Ke$ha em "We R Who We R" ou a desprezível Selena Gomez em "Who Says". Original? Not much. "You & I"? Taylor Swift rip off. "Judas"? Bad Romance 2.0! E mais não me apetece dizer.
THE MOST TERRIBLE MUSIC VIDEO OF 2011
Lady GaGa "Marry The Night"
Até podia ser o vídeo de "Edge Of Glory", mas como a música é a única que me entrou no ouvido... passo a batata quente para o pretensiosismo de "Marry The Night". Tudo nos quase 14 minutos de vídeo me aborrecem. Não só porque a Lady GaGa tentar ter piada... mas ao mesmo tempo acha que por falar de coisas intelectuais como pinturas, psicologia clínica ou física quântica... ganha mais credibilidade. Claro que se ela opta por fazer algo absurdo, pode depois dizer que tem este ou aquele simbolismo. Agora ela quer dar um valor extra às coisas que faz, quando na realidade nada daquilo que ela diz está lá. "Marry The Night" é apenas uma cançãozinha medíocre e básica. O vídeo... equivale a um filme série B, dos maus. Confesso que não percebo a importância que lhe dão, mas compreendo também que ela veio preencher um nicho de mercado que nenhuma estrela pop estava a abranger. Se for por isso tem todo o mérito, de resto... a pseudo arte que Lady GaGa diz que faz para mim é zero.
THE UNDERDOG OF 2011
Jessie J
"Price Tag" foi um hit, depois lançou meia dúzia de singles, dos bons. É uma óptima performer e tem acima de tudo atitude. Gostava que ela não desaparecesse e não fosse apenas one hit wonder. Merecia ter tido mais atenção durante este ano! Se não lhe deram uma chance ainda vão a tempo... ela acabou de lançar "Domino".
BEST ALTERNATIVE ALBUM OF 2011
The Kooks "Junk Of The Heart"
Os The Kooks são uma das minhas bandas preferidas de sempre, e foi para mim um sonho assistir ao concerto que eles deram no Super Bock Super Rock este ano. Deram um cheirinho do novo álbum que viria a ser lançado no Outono. "Junk Of The Heart" é aquilo que eu considero bom indie rock, com o plus de ser cantado com o sotaque britânico do Luke Pritchard. Não recebeu muita atenção nem foi muito comercial, até porque foi pouco falado. Merecia no entanto um destaque especial porque marcou o meu ano. ♥
BEST LIVE PERFORMANCE OF 2011
Florence + The Machine "What The Water Gave Me"
@ Chanel S/S 12 show
Florence Welch presenteou-nos em 2011 com um dos melhores álbuns, "Ceremonials". Uma sonoridade única e etérea que se consubstanciou numa actuação ao vivo, absolutamente fenomenal. Não esperem uma coreografia pop estilo Beyoncé ou Lady GaGa porque não é disso que se trata... Florence actuou no desfile de Primavera/Verão da casa Chanel, vindo de uma concha, ao som de uma harpa e num vestido absolutamente divino. "What The Water Gave Me" foi o tema escolhido para a cantora ruiva se superar a nível vocal, chegando até a arrepiar-me. Para além do espaço ser lindíssimo e do desafio aliado a uma das maiores marcas de moda ser grande, chega a uma altura em que eu não quero saber das propostas que estão a ser apresentadas e só quero ver a Florence na sua máxima pujança.
Chama-se "Sleeping Beauty" e é um dos filmes que concorre à Palma de Ouro em Cannes. Infelizmente não posso classificá-lo como a adaptação do clássico da Disney "A Bela Adormecida", muito menos de versão contemporânea da história. Talvez uma versão adulta, mais erótica, não há príncipe encantado nem beijo que acorde a princesa.
Estou muito ansioso para ver este filme que só pelo trailer já me conquistou. "Sleeping Beauty" marca a estreia de Julia Leigh na realização e conta com a actriz Emily Browning no papel de protagonista. A Emily já fez de Violet na adaptação cinematográfica do "Series of Unfortunate Events", uma série de livros do Lemony Snicket que eu sou simplesmente o maior fã. Bom, para além disso, podemos vê-la recentemente no "Sucker Punch".
A história de "Sleeping Beauty" centra-se na jovem universitária Lucy que é atraída para o mundo da prostituição, onde satisfaz homens que têm um estranho fetiche por mulheres que dormem durante o acto sexual. É claramente um drama erótico e estou ansioso para ver. A cinematografia parece estar espantosa, os cenários estão muito bons e atrevo-me a dizer que a Emily Browning para além de ser linda terá um desempenho irrepreensível.
Eu tenho uma lânguida paixão confessa pela Evan Rachel Wood, desde o "Thirteen". Acho péssimo que ela ande com o Marilyn Manson, mas ela é que sabe da vidinha dela. Se bem que gostei bastante do video da música "Heart Shaped Glasses", ainda que seja meio macabro eles simularem sexo no meio de sangue. Os mais curiosos podem espreitar aqui aquilo de que estou a falar. Em relação ao vídeo, a Evan Rachel Wood juntamente com o Chris Evans são as novas caras do perfume Gucci Guilty Pour Homme (que eu tenho de comprar, claramente!). Gostei muito do mini filme apesar de ter tido um dejà vu do "Sin City", que se confirmou uma não-coincidência uma vez que o realizador é o mesmo: Frank Miller.
Megan Foxcan't do wrong. Ainda hoje me lembro várias vezes do mini filme "The Tip" que ela fez para a Armani e é incrível como ela consegue estar sempre perfeita. Ela tem uma espécie de uma aura sensual doseada com uma certa arrogância que faz ali um milagre qualquer. Impossível não ficar a olhar de boca aberta e fazer replay over and over again. Neste vídeo para além do corpo e de todos os atributos que a Megan Fox concentra em si própria, podemos ver também peças da Emporio Armani Underwear + Armani Jeans Spring/Summer 2011. Vou ver mais uma vez.
Quero muito ver este "Water For Elephants". O filme tem os oscarizados Reese Witherspoon e Christopher Waltz e conta também com aquele que eu acho que poderá ser o próximo Leonardo DiCaprio: Robert Pattinson. Acho que se ele escolher bons papéis poderá mostrar que é versátil e não o eterno vampiro. A ver vamos...
Mas o que mais quero ver é a adaptação cinematográfica para adultos do clássico Capuchinho Vermelho. Não podia encontrar uma protagonista mais apropriada do que a Amanda Seyfried, acho que preenche em tudo o arquétipo que pelo menos eu imaginei quando em criança lia o clássico dos irmãos Grimm. Realizado por Catherine Hardwicke, a responsável pelo primeiro filme da Saga "Twilight", terá os 3 S's: sangue, sexo e suspense. Só espero que não caiam na patetice de criar um "Lobo Mau"... é bem mais interessante se a presença dele estiver sempre latente com elementos que dão a sugestão de como ele é sem nunca o vermos do que fazerem uma estupidez virtual e nada verosímil como no filme "The Wolfman". Tirando esse meu medo, estou em pulgas para ver "Red Riding Hood". E por mim que Hollywood adapte mais histórias infantis e lhes dê um twist para crescidos!
«You have no idea how boring everything was before I met you. Action is character, our English teacher says. I think it means that if we never did anything, we wouldn’t be anybody. And I never did anything before I met you. And sometimes I think no-one’s ever done anything in this whole stupid country, apart from you.»
...este fim de semana vi o filme da minha mulher, "Jennifer's Body". A Megan estava farta de me chatiar "Baby, tens de ver o meu filme, vais adorar.", mas vocês sabem como eu sou, não gosto nada de a ver beijar outros homens, mesmo que seja só para o filme. Lá cedi e acabei por ver o filme e devo dizer que foi a coisa mais genial que vi nos últimos tempos. Eu não sei explicar quão absurdo o filme é, mas no bom sentido, porque oscila entre uma comédia mordaz e um terror surreal. Atrevo-me a dizer que o screenplay da Diablo Cody está ainda melhor do que o do "Juno". Portanto, depois de tanta coisa positiva, só posso dizer que recomendo vivamente o filme, a minha esposa está no ponto e drop dead gorgeous, para variar um bocadinho. Porque admitam lá, um filme onde não haja um eye candy, não é filme que se preze!
P.S. Carreguem na fotografia para verem em grande e deliciem-se!
Enquanto cinéfilo assumido que sou estou desejoso de ver este filme francês do Claude Chabrol. Ok, admito que o meu forte não é, de todo, o cinema europeu. Ainda assim porque não mostrar a mim próprio que posso estar errado?! Afinal também se deve fazer bom cinema na Europa! De qualquer forma "A Girl Cut In Two", de seu nome original "La Fille Coupée En Deux", é um filme que eu quero mesmo ver! Agora pensando melhor, será devaneio meu querer ver um filme em francês?!
OH MY F-CKING GOD! Um dos meus realizadores preferidos, Martin Scorsese, juntou-se mais uma vez com um dos meus actores predilectos, Leonardo DiCaprio, para mais um filme intitulado "Shutter Island". Este filme é uma mistura entre thriller, drama e terror e só pelo trailer eu já posso dizer que vou A-DO-RAR! Não, a sério. Estou em êxtase neste momento. Adoro cinema. E adoro ainda mais quando meia dúzia de caras conhecidas se juntam para fazer estas obras fantásticas que arrepiam qualquer um. Para além de DiCaprio, o filme conta ainda com Ben Kingsley, Mark Ruffalo, Michelle Williams e Jackie Earle Haley. How cool is that?! Acho que vou ver o trailer outra vez! I'm so excited to watch this. I can't believe I still have to wait till February 2010. Crap!
AVISO: Se forem muito sensíveis não vejam o trailer porque tem algumas partes que eu considero... hummm... assustadoras (?!).
Hoje foi dia de praia com a M.! Estivemos no Guincho, e por incrível que pareça, não estava vento nenhum, nem uma brisa. And the sun was shining more than ever. Começo a acreditar que, enquanto as praias com a R. são para o ratanço da praia inteira e cusquice da vida alheia, as praias com a M. são verdadeiramente terapêuticas porque falamos de coisas sérias sobre o futuro, as pessoas que nos rodeiam. Ok, admito que não é tudo assim também tão sério, ainda nos rimos imenso com o grupo de russos que ficaram com a máquina fotográfica cheia de água quando veio uma onda gigante que molhou aquilo tudo. O nadador salvador estava a dormir e a bandeira estava encarnada, mas depois lá acordou e foi dar uso ao apito e mandar as pessoas não ir para tão longe. Tava-lhe a apetecer, visto que não deve ver muitos praiantes por ali, porque nos outros dias só vai ao Guincho quem quer comer areia. Isto basicamente para dizer que, depois de falarmos de séries (Gossip Girl, True Blood, Dexter, Desperate Housewifes, Grey's Anatomy, and so on), falámos de filmes e eu lembrei-me do "Alice In Wonderland" realizado pelo Tim Burton, o génio que nos faz sonhar acordados. Com Anne Hathaway, Helena Bonham Carter e Johnny Depp. A pedido da M. aqui fica o trailer para ela ver. Tenho a certeza que vamos revisitar um clássico da nossa infância e ficar fascinados com o mundo de fantasia que o Tim criou! Must see!
«Why don't you leave me alone? I don't know you!» - Beth, it's me! Your dentist.
Oh não! Mais um filme que eu quero ver! Depois de ter visto a série "Veronica Mars" o ano passado, eu fiquei semi-obcecado com a actriz Kristen Bell. Portanto, tentei ver todos os filmes em que ela aparecia e tentei manter-me actualizado com os novos projectos. "When In Rome" só vai para os cinemas lá para 2010, e questiono-me se alguma vez vai chegar a Portugal. Thank God, que inventou a Internet e os downloads ilegais! O filme é basicamente uma versão 2.0 daquele filme com a Lindsay Lohan chamado "Just My Luck". Ainda assim é de chorar a rir, basta verem o trailer. Tem também outras caras conhecidas como Danny DeVito e Josh Duhamel. A não perder!
«My closest relationship was with my Blackberry. Thank God it vibrates!»
"Valentine's Day" é aquela comédia romântica que pelo trailer parece ser imperdível, já para não falar do elenco de luxo: Jessica Biel, Julia Roberts, Bradley Cooper, Jessica Alba, Patrick Dempsey, Jamie Foxx, Jennifer Garner, Anne Hathaway, Ashton Kutcher, Emma Roberts, entre outros . Ainda assim, "He's Just Not That Into You" também estava cheio de caras conhecidas e afinal de contas revelou-se uma grande desilusão. Por isso, vou tentar manter as expectativas médias, just in case.
Antichrist
«Nature is Satan's church.»
Lars Von Trier, o génio por detrás de filmes como "Dogville" e "Manderlay", lança agora a desafiante obra cinematográfica "Antichrist". Com uma narrativa de temática claramente pesada e perturbadora, este filme torna-se um must see para os cinéfilos amantes da miscigenação dos géneros drama e terror. A densidade psicológica que abarca todo este filme não é para todos, por isso viva a todos os que vão ter coragem de o ver. Com uma brilhante performance de William Dafoe.
Homecoming
«I want you to start appreciating my hospitality!»
Para quem gosta de filmes indie, este é um must see. E se para além de gostar de filmes indie também gosta de thrillers, então "Homecoming" é a resposta divina às suas preces. O típico triângulo amoroso teenager invade novamente os ecrãs com uma nova configuração. Um casal feliz que de um momento para o outro passa a ser atormentado pela ex-namorada psicótica que não olha a meios para atingir aquilo que quer. Mischa Barton (The O.C.) e Jessica Stroup (90210) iluminam este filme com os seus loiros platinados e prometem deixar-nos in the edge of our seats!
Um dos meus realizadores de eleição, Christopher Nolan (se ainda não viram o filme Memento, shame on you!), é o responsável por um novo projecto cinematográfico protagonizado pelo célebre e versátil Leonardo DiCaprio. "Inception" chega aos cinemas daqui a um ano e, apesar de eu não ser fã de ficção científica, já estou ansioso! Os cinéfilos perdidos out there percebem-me com toda a certeza. E que tal saltarmos o Inverno de 2009 e irmos directamente para o Verão de 2010? Cá para mim, não era nada mal pensado!