quinta-feira, 4 de Fevereiro de 2010

2010 Wishlist #2

Eu sei que tenho andado M.I.A. mas prometo que vou voltar com uma crónica real a contar todos os details da minha imparável vida. Entretanto, não pude deixar passar em branco estes óculos de sol que descobri no blog De Calças Curtas. Estou apaixonado por estes sunglasses que foram apresentados pela 2nd Floor (marca brasileira, I guess!) na SPFW para a colecção F/W 2010/11. Quero-os tanto, de preferência os do canto superior direito. A-DORO! Como será que os posso comprar? Nem sequer sei onde procurar! Well, au revoir mes amis. Está prometido o meu retorno! Me aguardem!

sábado, 23 de Janeiro de 2010

Hope for Haiti

Jay Z + Rihanna + Bono
"Stranded"

domingo, 17 de Janeiro de 2010

2010 Wishlist

Supra Vaider, Spring Collection (Brown Suede)

Quero tanto estes high top sneakers em cor de caramelo! JÁ! Se souberem onde se vendem em Lisboa, agradecia que me avisassem. Merci!

sábado, 16 de Janeiro de 2010

O cinismo é simplesmente uma pose

«Os feios e os estúpidos são neste mundo os mais ditosos. Podem à sua vontade gozar o espectáculo. Se não conhecem as delícias do triunfo, também não os amargura o travor da derrota. Vivem como todos nós devíamos viver, sossegados, indiferentes, sem inquietações. Nem causam a ruína dos outros, nem a recebem de mãos alheias.»

Oscar Wilde in O Retrato de Dorian Gray

Esta semana...

Que inferno em que eu me meti! O mestrado afinal vai começar mais cedo do que eu pensava! Começo já segunda-feira dia 18, com o horário mais macabro de sempre: das 14h às 21h. Até tenho aulas ao Sábado. Is this a joke?! Parece que não! E para ajudar à festa tenho um exame de matemática dia 1 de Fevereiro. Adoro. Ninguém deve ter ainda percebido que não tenho matemática desde o nono ano, mas tudo bem... vamos ver o que é que eu consigo absorver em duas semanas.

Não podia ir começar um novo ciclo da minha vida com cabelo de 2009, por isso fui ao FactoLab e adeus cabelo à Nate Archibald, olá cabelo curto e prático. Afinal, vou para uma universidade que me é completamente nova, e preciso de ter um fresh start. De qualquer forma, aposto que vou ser talk of the town, e agora que vou sozinho estou para ver com quem me vou dar nos próximos tempos. Que sejam pessoas decentes, pelo amor da Santa Teresinha das Almas Perdidas! É tudo o que eu peço!

De resto não há muitos updates, a não ser que existem muitas pessoas novas na minha vida, assim em modo avalanche e até que acho piada. Espero é não me dispersar, porque tenho MUITO que estudar nos próximos tempos. Aliás, vida social vou deixar de a ter. Nem tempo vou ter para dormir, quanto mais para actualizar as mil e uma redes sociais. A realeza é assim, muito requisitada, all the time.

Vemo-nos por aí. E comportem-se pessoas, comportem-se!

I know I'm late on this, but...

... I'm totally addicted to this song. Ok, now you can tell me how 2008 I am, but I don't care. Ladyhawke "My Delirium".

P.S. Obrigado ao Pedro Zambujo do blog Para Acabar de Vez Com a Cultura que me apresentou a Ladyhawke ontem à noite!

sábado, 9 de Janeiro de 2010

I can't get you out of my system

Não sei bem por onde começar porque nem sei bem como tudo começou. Pensando bem, acho que nem sequer teve um início. Sei que agora sou diferente do que era. Mudei. Todas as minhas certezas foram abaladas e afinal parece que não me conhecia assim tão bem. Nem sequer sei explicar aquilo que realmente sinto, nem aquilo que quero. Fiquei sem certezas, só dúvidas. Dúvidas que me tiram o sono. Dúvidas que me deixam com saudades. Dúvidas que permanecem e me deixam vulnerável. Sem chão. Sem sol. Sem força.

Perdi a inspiração. As palavras não escorrem, como costumavam escorrer. O brilho dos meus olhos embaciou-se. E agora só me restam as lembranças daquilo que podia ter sido. O coração salta-me pela boca. Frio. Gelado. Vazio. E esteve tão bem guardado durante todo este tempo. Numa caixa. Preta. Escondida. Esquecida. Até ao dia em que ficou grande demais e encontrou a maneira mais improvável de abandonar a caixa.

Não tenho sono. Estou cego. Impaciente. Quero tudo, mas não quero nada. Não sei quem sou. Estou a cair, porque não tenho chão. Estou a cair e não sei quando vou parar. Acho que agora percebo a Alice. E afinal lá porque eu senti não significa que tudo isto exista. Pode ser uma ilusão. Um pesadelo. É possível sermos almas? Almas que se ligam de uma forma tão inteligível que vai para além de tudo aquilo que pensávamos ser certo? Será que se eu fechar os olhos, quando os voltar a abrir ainda vou estar aqui? Preferia pensar que tudo era mais fácil e controlável. Era mais fácil se conseguissemos controlar, ter dentro da palma da mão e conseguir exteriorizar e jogar com os peões. Para ser melhor. Para evitar o pior. Em vez de tudo se desmoronar agora, preferia que se desmoronasse depois. Mas de que vale prolongar a cegueira?

Estou num limbo. Num sítio incerto. Cheguei a pensar que era o purgatório dos sentimentos. Onde dissecaram o coração que outrora havia habitado uma caixa preta dentro de mim. Estou a oscilar entre o estar aqui e o não estar. Entre o que fui e o que me tornei. Estou a cambalear na minha insegurança, na eterna procura daquilo que realmente quero. Sem pensar que muitas vezes o que realmente quero nem sempre é aquilo que é melhor para mim. De facto, prefiro ficar cego. Prefiro não ter direcção. Nem rumo. Só sei que aqui não quero ficar. Posso seguir em frente para o desconhecido. Ou voltar atrás, sabendo que o atrás já não vai ser o mesmo atrás pelo qual passei. Não que esteja diferente, mas porque agora eu estou diferente e sei que vou olhar com outros olhos. Ou nem olhar sequer. Afinal esqueci-me que sou cego. Mas mesmo cego opto por carregar o piano* e chegar à sala errada. O cansaço ensinou-me de que vale sempre a pena.

P.S. Referência final ao texto "Carregar pianos" do blog da Dezperada que passo a citar:

«Carregar pianos. Escada acima, quatro andares sem elevador. As costas doem, os braços tremem, as curvas da escada são uma equação impossível de resolver, tudo é difícil, tudo é esforço, tudo é inglório. E o amor transforma-se numa luta, num sacrifício, somos mártires da nossa loucura, flagelados pela nossa obstinação e teimosia. E o pior é que, quando chegamos ao fim da batalha e o piano está lá em cima, não era aquela sala, nem aquela casa, nem aquela pessoa.» by Dezperada

sexta-feira, 1 de Janeiro de 2010

New years eve

Subi para cima do sofá com as minhas botas da timberland. O champanhe escapava do flute e molhava o chão. Estava instalada a euforia do novo ano. E apesar de não mudar rigorosamente nada, celebrava a possibilidade de alguma das minhas resoluções se poderem vir a tornar reais.
A noite engoliu-me olimpicamente e desejei que, independentemente das previsões da Maya ou quem quer que fosse, o ano novo dependesse unicamente das minhas escolhas. Renovado. Renascido. Adeus impulsividade. Olá 2010.

Queria desejar um óptimo ano de 2010 a todos os meus visitantes. Pensem em vocês e nunca se esqueçam:
HEARTBREAKS ARE FOR LOSERS.

quinta-feira, 24 de Dezembro de 2009

Merry Christmas, b#tches!

Desejo a todos os meus visitantes, seguidores, haters, não-haters, anónimos, assíduos e não-assíduos, um FELIZ NATAL! A realeza tem sempre Natais em grande, junto da família, a abrir presentes ao som de gargalhadas e histórias de antigamente. À ementa não deve faltar o bacalhau (IUCK!) e o perú recheado (YUMMY!). Este ano, quem se portou bem vai ter o sapatinho cheio de presentes. Quem foi honesto vai ser recompensado. E quem foi generoso vai estar satisfeito. Afinal, esta é uma época que, apesar das dores de cabeça e dos rios de dinheiro gastos em 1001 presentes, vale a pena disfrutar junto das pessoas que mais gostam de nós.

Eu, viciado como sou em centros comerciais, vivi até ao último segundo a adrenalina e hoje ainda fui a mais um. Dolce Vita, Colombo, CascaisShopping, Allegro, Oeiras Parque... já os conheço como a palma da minha mão! Pessoas. Stress. Last-minute shopping. Papel de embrulho. Muitos sacos. Luzes. Frio. Trânsito. Enfim, eu admito que me faço de esquisito mas adoro a adrenalina natalícia, senão qual era a piada da coisa?!

Agora, com a minha carteira a atulhar de talões e o porta-bagagens do carro repleto de presentes, só falta esperar pela meia-noite. Árvore da Natal a cintilar, check. Surpresas de última hora, check. Embrulhos, check. Ansiedade, check. Have yourself a merry little Christmas!

P.S. Esta é oficialmente a minha música de Natal (antiga eu sei! E nada a ver com a época tambem sei. Mas who cares?!). E aproveitem o eye-candy que vos ofereço vindo directamente do Victoria's Secret Fashion Show de 2006!

E por favor, acabem com a depressão natalícia em que muitos vivem mergulhados! Cheer up! Ninguém quer acabar como o avarento Mr. Scrooge, pois não?!

domingo, 20 de Dezembro de 2009

BFF's b-day!

I love you more than words can say.
I love you more than songs can sing.


Upcoming event: Brunch @ 11 am.

sexta-feira, 18 de Dezembro de 2009

Ah e não sabem da última...

Eu vivo num condomínio, onde não preciso de chave para entrar no prédio. Preciso simplesmente de marcar um código e voilá, I'm in. Mas há sempre aquele vizinho que gosta de remar contra a maré, embirrar com qualquer coisa porque não tem nada para se ocupar. Bem, neste caso uma vizinha! E adivinhem só, a vizinha da sub-cave, cansada de ter a varanda virada para as garagens, e não para a serra de Sintra (como a minha!), decidiu armar-se em esperta e desactivar a entrada por código. E porquê? No outro dia descobri, numa casual conversa de elevador, que a vizinha em questão acabou com o namorado e então para ele não entrar, ela quis desactivar aquilo. E não é que a empresa veio cá e desactivou aquilo?! Quer dizer, agora porque a menina acabou com o namoradeco, o resto do condomínio tem de ter mais uma chave a pesar no porta-chaves. De uma coisa tenho a certeza, não há paciência para este género de gaja frígida e retro que se acha o centro do mundo e obriga a vizinhança a abdicar de um facilitador de quotidiano por causa de um problema pessoal. Que grandecíssima vadia! Viver num condomínio tem destas coisas!

P.S. Pelos vistos, não sou eu o único indignado e numa recente reunião de condomínio decidiu-se que o código vai voltar a ser reactivado. Só falta chamar a empresa e pagar um balúrdio. Sim, espantem-se, mas para activar/desactivar a empresa chula mais uns euros aos condóminos. Só espero que as aventuras da vizinha não acresçam nenhum valor ao mensal que já se paga condomínio. Que seria!